30 de abr de 2013

Cortinas - Sistema de instalação - Qual escolher?

Minhas queridas vizinhas...

Hoje estava vendo os comentários já que estava devendo algumas respostinhas...

E me enchi de alegria quando vi o comentário deixado pela Gabriela Bastos do Blog Era Uma Casa Muito Engraçada.



Ela também já passou pela fase da escolha das cortinas e deixou uma perguntinha:

“Gostaria que você falasse dos tipos: de trilho e varão...e me tirasse uma dúvida a respeita da fixação do trilho. A minha será embutida no gesso, e de trilho. Mas me disseram que o gesso não aguenta o peso da cortina, para eu fixar na parede, o que você acha?

Bom, em primeiro lugar quero agradecer muito pelo carinho e por você sempre estar presente quando faço um novo post.

Sem falar que fico muito feliz em ver que começamos os nossos blogs praticamente juntas!

E são momentos como esse que deixam agente com mais e mais vontade de sempre estar escrevendo novos posts e ir futricar nas casas alheias!

Mas vamos então à resposta para a Gabi...

Quando fui decidir pelo tipo de instalação para as cortinas já tinha em mente que queria que elas ficassem ocultas.

E a minha decisão foi pelo trilho suíço duplo, já que além do voal escolhi também um forro de blackout.

E lembro que fiquei preocupada em relação ao peso que a cortina iria causar no gesso e tals...

Então quando fui fechar com o gesso, expliquei para a responsável pelo projeto que tinha essa dúvida e ela me explicou o seguinte...

Tanto no caso da sanca da sala de jantar quanto nos cortineiros dos demais cômodos, o trilho vai instalado na laje e não propriamente no gesso.

Ou seja, não existe a possibilidade de o gesso ceder com o peso da cortina!

Mas vamos as fotinhos para que fique melhor de entender...



 Essa imagem é do cortineiro feito na sanca fechada da sala de jantar.

Dá pra ver que o trilho suíço está fixo na laje, o que não compromete o gesso.



E aqui, um dos cortineiros, dá pra ver que o gesso é mais fininho aqui né?

Só que mais uma vez o gesso está a salvo já que o trilho está fixo na laje.

Espero ter tirado a sua dúvida Gabi.

E vai com tudo que eu acho um charme quando o foco fica na cortina...

Bjocas...

Mas continuando com a série Minha Cortina Querida...


4º - SISTEMA DE INSTALAÇÃO, QUAL O MAIS ADEQUADO?

Para pendurar uma cortina é preciso usar um trilho ou um varão.

VARÕES:

É o campeão!

E não é por menos, sua instalação é simples e super fácil.

Não exige conhecimento prévio e nem muito esforço para que a cortina seja instalada.

Já os modelos podem ser dos materiais mais variados: madeira, ferro com acabamento polido, escovado, pátina...




Mas o campeão é o aço cromado, por ser leve.


E podem ser simples ou duplos:


TRILHOS:

Os trilhos são uma excelente opção para que busca um ar sofisticado e elegante.

Eles permitem uma variedade de pregas maiores e deixa um aspecto mais charmoso ao ambiente.

Mas como o seu aspecto não é dos mais bonitos, o trilho deve ficar escondido de preferência em um cortineiro que pode ser de gesso, madeira, tecido, ...

O que dá mais foco ao modelo de cortina escolhido.

Os tipos de trilho são: Simples, Duplos ou Triplos.



Mas existem outras opções como o cabo de aço que pode substituir a altura os varões comuns, sem falar que é discreto e moderninho.


E o varão de poliéster...


Bjocas...

PONTEIRAS:


Se a escolha for por varões, é a hora de dar aquele toque com as ponteiras que valorizam o conjunto da obra.


Mas o que é essa tal de ponteira?

Nada mais é do que o detalhe colocado na ponta do varão que dá um ar decorativo e dá mais charme e beleza a sua cortina.

Para dar o acabamento desejado, pode-se usar tanto uma bolinha simples quanto uma peça com um desenho mais elaborado.

Mas fique atenta, a ponteira deve entrar em harmonia com o estilo e tecido escolhidos para a sua cortina.

Elas podem ser de madeira, ferro, latão, vidro, cristal, acrílico, ...


Ponteira de Metal


Ponteira de Cristal


Ponteira de Junco


Ponteira de Madeira

O ABRAÇO DAS BRAÇADEIRAS:

Até um tempo atrás, eu achava que as braçadeiras só ficavam bem em ambientes clássicos.

Mas já vi que além de chiques elas podem ser moderninhas também e dão aquela vida a cortina!

Mas pra não exagerar e depois me arrepender prefiro apostar em tiras leves feitas do mesmo tecido da cortina ou modelinhos pequenos e delicados.

Mas vai do gosto de cada um...

Tem ganchos, faixas, cordões de barbante ou decorados com miçangas e pingentes, ...

O que vale mesmo é a criatividade...





 Beijos a todas...

Cortinas - Qual o comprimento ideal?

E eu continuo por aqui...

Por que vocês sabem o quanto é relaxante passar umas horinhas trocando ideias com tantas blogueiras incríveis...

Adoruuuuuuuuuuuuuuu...


Mas continuando com a novelinha...

E não menos importante...

Chegou a hora de decidir qual o comprimento ideal para a sua cortina e outras coisinhas mais...

4º - QUAL O COMPRIMENTO IDEAL?

Não existe uma regra!

E vai depender do gosto do freguês!

Mas no geral a dica é que se opte por cortinas mais longas.

Mas vamos aos por menores...


CORTINAS CURTAS:

Na opinião dos especialistas, usar cortina curta só em casos excepcionais.

Elas ficam restritas a ambientes em que as longas não são bem vindas, quando há um móvel embaixo da janela, ou uma bancada, por exemplo.

Esse comprimento é muito usado em quartos de bebês em que o berço ou outro móvel precise ficar sobre a janela.

Em áreas molhadas como cozinhas e lavanderias são uma boa pedida.

Já para banheiros o ideal é que se evite cortinas de tecido, já que podem vir a mofar.

Caso resolva por uma cortina curta, deixe que ela fique uns 20 cm abaixo do peitoril.






CORTINAS LONGAS:

Elas deixam o ambiente mais sofisticado e podem transformar um ambiente comum e simples em um cômodo mais chique.

Os profissionais da área de decoração dizem que as cortinas devem chegar até o chão para alongar o pé direito e deixar o ambiente com um aspecto mais amplo.

As imagens falam por si só...






MAS O QUE É ESSE TAL DE PÉ DIREITO?

Esse é mais um tema repleto de interpretações...

E olha que interessante, você sabia que essa expressão é uma exclusividade brasileira?

Pois é!

Já era usada por arquitetos e engenheiros no período colonial para designar as estacas de madeira que sustentavam as estruturas de uma construção!

Já que – pé – pode significar árvore e – direito – também quer dizer prumo, ou seja em um ângulo reto.

Mas enfim, com o passar do tempo passou-se a chamar de pé direito o espaço que vai do chão ao teto.

O Código de Edificações estabelece que um pé direito tenha no mínimo 2,5 metros, com exceção de garagens que podem ter uma altura menor, 2,3 metros.

Mas nem sempre foi assim, até os anos 50, o pé direito tinha que ter cerca de 3 metros, o que gerava uma boa luminosidade e ventilação.

Mas a partir da década de 60, com a explosão populacional no Brasil e com o aumento no número de construções, os empreiteiros reduziram para poder multiplicar o número de apartamentos!!!

Então com vocês algumas imagens de residências com o Pé Direito Alto...





ENTÃO QUAL É ALTURA IDEAL PARA PENDURAR A SUA CORTINA?

1º IMAGEM:

Errado!

Se a janela for baixa e você instalar o trilho ou o varão logo acima dela, a impressão será de achatamento do pé direito...



IMAGEM:

Certo!

Se o pé direito for bem alto, instale a cortina a meio caminho, entre o teto e a parte superior da janela.

Usando varões fica mais fácil regular a altura.



IMAGEM:

Nem Certo e nem Errado!

Na verdade em apartamentos em que o pé direito não é tão alto, essa maneira é empregada para dar uma impressão de amplitude e fica muito bem quando aliada a cortineiros de gesso ou bandôs por exemplo.



IMAGEM:

Certo!

Para obter um efeito de amplidão, um bom truque é que a cortina fique o mais alto possível.



MAS QUANTO A BARRA, QUANTO DEVE MEDIR?

O tamanho da barra pode variar de dez a quinze centímetros.



ARRASTANDO NO CHÃO OU NÃO?

Arrastar no chão depende do gosto de cada um!

Tem quem diga, que para deixar o ambiente mais clássico e chique, o negócio é cortina arrastando no chão!

Mas eu não gosto!

Tecido sobrando pode ser pisado, acabar sujando e rasgando por fim.

Além de tomar espaço!



Eu prefiro aquelas que tocam levemente o piso.



Bloguetis!!!

Espero que estejam gostando...

Muitos beijinhos e um excelente domingo!!!

Bjocas...

Cortinas - Qual acabamento escolher?

Eita que esse assunto dá...



Gente do céu!!!

Foi por isso que pensei em fazer ao invés de um post só e resumido uma sequência cheiinha de dicas para ajudar quem ainda vai pensar nessa belezuras!!!

E pra continuar na nossa prosa vamos a um outro ponto também cheio de escolhas...


3º - QUAL ACABAMENTO ESCOLHER?

Pra variar, os acabamentos também são os mais diversos...

E para quem vai procurar as primeiras informações, fica até confusa com tantos nomes estranhos.

Mas vamos aos acabamentos mais conhecidos:

ARGOLAS:

São as mais versáteis e sempre atuais.

As argolas são presas ao varão e suspendem o tecido.

Podem ser de diversos materiais e vai depender do estilo adotado ao ambiente: Metal, Madeira, Plástico, ...
ILHOSES:

Só funcionam em tecidos leves.

E são indicados para cortinas pouco usadas, cuja à finalidade seja mais decorativa pois tendem a emperrar no varão.

Não é recomendado lavar esse tipo de acabamento na máquina, já que os ilhoses podem vir a soltar.


PAINEL:

Pode se usar nesse tipo de acabamento desde tecidos mais encorpados aos mais leves.

Fica muito bem em decorações cujo o estilo moderno é predominante.



PASSANTES DE TECIDO:

Assim como acontece com os ilhoses, tendem a não deslizar muito bem no varão.

São usados mais para efeitos decorativos como em xales, sobre persianas ou rolos.
PREGA AMERICANA:

São as mais clássicas.

Consiste em uma dobra tripla no arremate superior da cortina.

E produz um franzido virado para o alto feito por apenas três dobrinhas.




PREGA FÊMEA:

É um acabamento que dá a cortina um efeito mais reto. 

Já que o volume do tecido vai para atrás da cortina.

E para dar esse efeito, duas dobras se encontram em sentidos opostos na parte de trás do cós da cortina.



PREGA MACHO:

Já nesse caso, o volume do tecido concentra-se na frente.

O que proporciona um caimento mais elegante.

São compostas de duas dobras posicionadas em sentidos opostos, só que nesse caso na parte da frente da cortina e que se aproximam no avesso do tecido.



PREGA PAULISTA OU WAVE:

São dobras intercaladas nos dois sentidos. 

E produzem um efeito de ondulação no cós da cortina.



TECIDO INTEIRIÇO:

É um acabamento considerado muito simples.

Porém é atual e elegante.

Seu deslizamento é difícil no varão e a sua função assim como os ilhoses e os passantes fica a cargo mais decorativo.
Meninas, obrigada pelos comentários fofíssimos.

E aos pouquinhos respondo cada um deles!!!

Espero que essa sequência de posts estejam esclarecendo quaisquer dúvidas que abordem esses mundão das cortinas...

Bjocas a todas...